sábado, 29 de dezembro de 2018
quarta-feira, 19 de dezembro de 2018
MEU AGRADECIMENTO NO FINAL DE 2018
MEU AGRADECIMENTO POR MAIS UM ANO QUE SE FOI
A JORNADA de mais um ano se finda,
Em minha mente, a retrospectiva dos pensamentos me faz lembrar que:
Lutei, Tentei, Falhei, Consegui, Falei, Gritei, Expliquei e também Silenciei.
E quem me viu em silêncio, não imaginou que havia um emaranhado de questionamentos e diálogos dentro da minha mente.
Tive percas, mas tive CONQUISTAS.
Chorei, mas também SORRI.
Muitos se foram, mas muitos CONTINUARAM.
Fui desprezado, mas também fui AMPARADO.
E eu, esforço-me para não esquecer quem me AMOU apesar dos meus defeitos.
Quem me OUVIU apesar da debilidade de minhas palavras e quem me AJUDOU enquanto todos os outros inventaram desculpas.
Com o coração cheio de júbilo, AGRADEÇO:
Minha Esposa, Filhos, Nora e Neto. Por fazerem melhores os meus.
Obreiros dessa Obra, por fazerem meu Ministério mais fácil.
Amigos, por fazerem as minhas vitórias mais doces.
DEUS, a minha mais profunda gratidão por está em pé depois de mais um ano intenso.
Daniel Vieira de Lima
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
domingo, 27 de maio de 2018
quinta-feira, 19 de abril de 2018
segunda-feira, 9 de abril de 2018
sexta-feira, 23 de março de 2018
PERDAS SUPORTADAS, NUNCA REPARADAS.
Em nossa JORNADA terrena, tentamos a cada dia nos acostumar com as perdas. Um PATRMÔNIO desfeito pela crise.
Um AMIGO que se foi para longe.
Um ente QUERIDO que partiu para o além.
A saúde que vai se esvaindo e os SONHOS que não se concretizaram, fazem seqüelas na alma.
Logo ficamos sem a casa dos pais para ir, pois eles já não existem.
Logo, os muitos amigos vão se resumindo a filhos, genros, noras e netos.
Perdemos um pouco hoje aqui, perdemos um pouco amanhã ali, até que o nosso MUNDO aos poucos vai se resumindo.
Depois de cada perda, tentamos impor em nós mesmos o acostumar para ALIVIAR a dor ou diminuir o sofrimento.
Tentamos ACOSTUMAR com a ausência dos que se foram.
Tentamos ACOSTUMAR a não achar graça com anedotas.
Tentamos ACOSTUMAR a ficar reclusos na frente de um computador.
Tentamos ACOSTUMAR a chegar à igreja sem cumprimentar ou ser cumprimentados.
Tentamos ACOSTUMAR a reprimir a lágrima sem ninguém notar e a engolir o choro que quer sair.
Sim, tentamos nos ACOSTUMAR com as perdas para diminuir o sofrer. Todavia, aprendemos que existem perdas que nunca são REPARADAS, apenas, SUPORTADAS.
Daniel Vieira
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