quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

MEU AGRADECIMENTO NO FINAL DE 2018

MEU AGRADECIMENTO POR MAIS UM ANO QUE SE FOI
A JORNADA de mais um ano se finda, Em minha mente, a retrospectiva dos pensamentos me faz lembrar que: Lutei, Tentei, Falhei, Consegui, Falei, Gritei, Expliquei e também Silenciei. E quem me viu em silêncio, não imaginou que havia um emaranhado de questionamentos e diálogos dentro da minha mente. Tive percas, mas tive CONQUISTAS. Chorei, mas também SORRI. Muitos se foram, mas muitos CONTINUARAM. Fui desprezado, mas também fui AMPARADO. E eu, esforço-me para não esquecer quem me AMOU apesar dos meus defeitos. Quem me OUVIU apesar da debilidade de minhas palavras e quem me AJUDOU enquanto todos os outros inventaram desculpas. Com o coração cheio de júbilo, AGRADEÇO: Minha Esposa, Filhos, Nora e Neto. Por fazerem melhores os meus. Obreiros dessa Obra, por fazerem meu Ministério mais fácil. Amigos, por fazerem as minhas vitórias mais doces. DEUS, a minha mais profunda gratidão por está em pé depois de mais um ano intenso. Daniel Vieira de Lima

CULTO DA VIRADA NA AD EM IMPERATRIZ

sexta-feira, 23 de março de 2018

PERDAS SUPORTADAS, NUNCA REPARADAS.

Em nossa JORNADA terrena, tentamos a cada dia nos acostumar com as perdas. Um PATRMÔNIO desfeito pela crise. Um AMIGO que se foi para longe. Um ente QUERIDO que partiu para o além. A saúde que vai se esvaindo e os SONHOS que não se concretizaram, fazem seqüelas na alma. Logo ficamos sem a casa dos pais para ir, pois eles já não existem. Logo, os muitos amigos vão se resumindo a filhos, genros, noras e netos. Perdemos um pouco hoje aqui, perdemos um pouco amanhã ali, até que o nosso MUNDO aos poucos vai se resumindo. Depois de cada perda, tentamos impor em nós mesmos o acostumar para ALIVIAR a dor ou diminuir o sofrimento. Tentamos ACOSTUMAR com a ausência dos que se foram. Tentamos ACOSTUMAR a não achar graça com anedotas. Tentamos ACOSTUMAR a ficar reclusos na frente de um computador. Tentamos ACOSTUMAR a chegar à igreja sem cumprimentar ou ser cumprimentados. Tentamos ACOSTUMAR a reprimir a lágrima sem ninguém notar e a engolir o choro que quer sair. Sim, tentamos nos ACOSTUMAR com as perdas para diminuir o sofrer. Todavia, aprendemos que existem perdas que nunca são REPARADAS, apenas, SUPORTADAS. Daniel Vieira